Reportagem Revista Veja: "A corrida pelo domínio da língua"

Olá, pessoal!

Embora a reportagem seja de 2009, resolvi indicá-la aqui por conter trechos que corroboram alguns pontos discutidos aqui no blog. Ela foi publicada na edição 2102. Disponivel aqui.
Nada destrói um currículo como a expressão “inglês básico”: formalmente, estudamos inglês nas escolas públicas do Brasil por, pelo menos, 8 anos. Então, “inglês básico” não é algo que precise ser destacado no currículo, se você concluiu o Ensino Médio, tem conhecimento da língua.

Fluência num idioma não significa dispor de um vocabulário imenso, como os nativos do país onde ele é falado. Significa dominar amplamente o vocabulário usado na profissão em que se trabalha. Lembra do post “por que você vai aprender inglês”? É muito importante definir quais as suas necessidades com o idioma e definir metas. Claro que é preciso conhecer uma base mínima do idioma, mas não precisa dedicar-se anos exaustivamente à gramática, por exemplo, se o que você quer é se comunicar com os seus colegas do departamento de finanças. 

A primeira pergunta que surge a quem se impõe o desafio de falar outro idioma fluentemente é: será preciso passar um tempo no exterior? Não necessariamente. Um bom começo é identificar as estratégias que funcionam melhor para cada tipo de pessoa. Diz a linguista Neide Maia Gonzalez, da Universidade de São Paulo. Mais, uma vez, determine seus objetivos e descubra como aprende melhor: vendo, ouvindo, lendo, falando…


A paulista Marília Ramos, administradora de empresas de 26 anos, ilustra os benefícios de transformar o estudo numa forma de entretenimento. Sem nunca ter morado no exterior, ela conquistou uma base sólida em inglês e espanhol com cursos de idiomas e muita dedicação nas horas livres. Não adianta matricular-se no melhor curso de inglês, ir às aulas, fazer as tarefas e esperar que o conhecimento entre na sua cabeça. Pode ser de forma descontraída, tranquila, mas convença-se de que VOCÊ É ESTUDANTE DE INGLÊS. Pronto! Não perca nenhuma oportunidade de aprendizagem.
Agora, que já sentiu o gostinho, clique aqui e leia a reportagem na íntegra, vale a pena!
Abraço e até a próxima!
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